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28/04/2009

TURMINHA REENCONTRA HISTÓRIA

TURMINHA REENCONTRA HISTÓRIA

A Praça Nereu Ramos, marco central de Criciúma, reserva importantes surpresas históricas a cada metro quadrado de petit pavei ali assentados. Pelo menos cinco delas passaram a ser de conhecimento dos 27 estudantes da escola municipal Filho do Mineiro, do distante bairro São Defende. Algumas que poucas vezes vêm ao centro da cidade não perderam detalhe das explicações da professora Cristina Naspolini Silvestre, que percorreu os mais longínquos relatos da história de Criciúma ao longo da primeira aula-viva de 2009 do projeto “A Fantástica Viagem da Turminha do Futuro Rumo do Mundo do Saber.”, promovido pela ACTU e empresas de Transporte Coletivo de Criciúma. Estudantes, pais, professores e até a diretora da escola percorreram o monumento aos negros, conheceram o capim Criciúma, as pedras que moveram o primeiro moinho de farinha da cidade, os prédios históricos e o monumental mineiro de bronze, mira o centro de Criciúma. Mas, como a proposta desta primeira lição é contar a história da colonização, o roteiro do ônibus Amarelinho, passou por outros locais que revelam a história. Surpresa para os estudantes foi descobrir que nas imediações da igreja Santa Bárbara residia o operariado que deu nome ao bairro e trouxe para Criciúma a etnia Negra. Também por ali, bem ao lado da imponente igreja foram instalados os imigrantes espanhóis, trazidos a Criciúma para melhorar a tecnologia da mineração. A Mesquita muçulmana, símbolo da etnia Árabe de Criciúma, é referência obrigatória do projeto. Os estudantes da terceira série conheceram nomes, hábitos e a riqueza da religião regida pelo Alcoorão. O fim da primeira viagem, onde todas as etnias colonizadoras são estudadas, foi mais uma oportunidade de aula-viva. Com certeza a possibilidade de apropriar-se do conhecimento foi alcançada pelos pequenos ao tocar em objetos históricos trazidos pelos colonizadores poloneses. No teatro construído pelos seus descendentes, o grupo pode conhecer e pegar na mão, um rolo de passar roupa. Objeto mais antigo que o ferro a brasas, com certeza, algo que os pequenos jamais deixarão de lembrar. Novo Texto Comunicação Ana Sofia Schuster – Assessoria de Imprensa da ACTU Fone 3437 4335 – 3437 7267

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